


Eduardo Muylaert é fotógrafo e advogado.
Atualmente é representado pela Galeria de Babel – www.galeriadebabel.com.br
Publicou “O Espírito dos Lugares” – Editora Terceiro Nome, 2003 – e participou das obras coletivas “RIO/SÃO – doze visões de duas cidades maravilhosas” – Formarte, 2003 – “Povos de São Paulo” e “Peuples de São
São Paulo” – Editora Terceiro Nome, 2004.
Participou de exposições internacionais como “Brasiliens Gesichter” (Ludwig Museum, Koblenz, Alemanha, 2005), “Peuples de São Paulo” (Point Ephémre, Paris, França, 2005), “Focus in your world”, do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (ECO 92), “El arte y El fútbol” (Assunção, Paraguai, 1999) e “Uma coleção: Fotografias do Museu de Arte Moderna de São Paulo” (Galeria 68 ELF e Espaço Dultural Exit Art, Colônia, Alemanha; Espaço Cultural Kultur Fabrik, Eschsur-Alzett, Luxemburgo, 2001; e MAM-SP, 2002.
Foi o curador brasileira da mostra “Nos limites da fotografia”, organizada em São Paulo pelo Governo Francês e o SESC- Pompéia, em 1996. Foi coordenador setorial dos 3º e 4º Mês Int5ernacional da Fotografia em São Paulo (1997 e 1999).
Participou de manifestações como “Foto São Paulo”, onde coordenou o grupo “O Largo de São Francisco e a Faculdade de Direito” (São Paulo, 2001). “Povos de São Paulo”, onde coordenou o grupo “A cozinha dos Imigrantes” (São Paulo, 2004) e “Expedição Mananciais”, onde coordenou o grupo “Patrimônio Histórico de Paranapiacaba” (São Paulo, 2008).
Suas principais exposições em São Paulo são “CaraHavana” IQArtGalllery, coletiva, SP, 2008); “Boa Noite, Paulicéia!” (Pinacoteca, SP, 2006); “Veracidade”(coletiva, MAM, 2006) “Seis fotógrafos para cada cidade” (coletiva, Galeria Euroarte, 2005); “Ponte Cultural França-Brasil” (coletiva, Nossa Caixa, 2004); “O Espírito dos Lugares” (Galeria Nara Roesler, 2003); “Meus amigos” (coletiva, MAM – Villa Lobos, 2003; “Tiras compridas do Brasil” (Galeria Millan, 1999); “Fazenda Pinhal, Cem anos de fotografias” (coletiva, SESC-São Carlos, 1998 e Museu da Casa Brasileira, 2001); “Ensaios e confrontos” (coletiva Galeria Métier, 1999; “No horizonte do Brasil” (coletiva do banco J.P. Morgan, MAM-SP, 1999); “Paris de novoa” (Banco Francês e Brasileiro, 1998); “NOVA Iorque” (Bar Balcão, 1997); “Réplicas” (Espaço Mirante, 1996); “Série NY” (Coletiva, Espaço Mirante, 1996); “Paris – Fragmentos 70/95” (Bar dês Arts, 1995); e Transferências” (Bar do MIS, 1993).
Fonte: http://www.canalcontemporaneo.art.br/