Fotoclube Inconfidente

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Flickr:
http://www.flickr.com/groups/832671@N23/
Sede: Mariana - MG
Data da fundação: 16/julho/2009

 

 

 

 

HISTÓRIA

O Fotoclube Inconfidentes surgiu a partir da idéia de três amigos das cidades de Mariana e Ouro Preto que, apaixonados por fotografia, se reuniam para fotografar e falar sobre a arte de fotografar.

Em julho de 2008 foi realizado o primeiro varal fotográfico do Fotoclube Inconfidentes, durante as comemorações do Dia de Minas Gerais na cidade de Mariana. O sucesso do varal se estendeu para o Festival de Inverno de Mariana e Ouro Preto, se tornando parte do calendário de eventos das cidades.

Além do varal, o Fotoclube Inconfidentes organiza diversas exposições durante o ano, divulgando o trabalho de fotógrafos da região. Muito mais que divulgar, o fotoclube documenta as mais diversas manifestações culturais desta Região.

Venha fazer parte deste grupo de amigos, entre em contato e venha fotografar conosco.


DIRETORIA

Presidente
Arlindo José da Silva

Vice Presidente
Oscar Candido
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Diretor de Fotografia
Jose Eduardo Carvalho Monte


História da cidade de Mariana - MG
No dia 16 de julho de 1696 a Bandeira comandada por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça fixou uma base nas margens de um ribeirão denominado "do Carmo". Acompanhado de alguns homens, dentre eles Miguel Garcia, percebeu a existência de considerável quantidade de ouro na região, denunciada pelo pó amarelo encontrado no leito e fundo do rio. Foi erguida uma capela. Nascia Mariana, uma menina plebeia que depois se tornaria rainha.

O primeiro arraial foi Ribeirão do Carmo, depois se sucederam outros como Camargos, Furquim, Cachoeira do Brumado, Bento Pires etc. Toda a região se revelaria uma imensa reserva de ouro, atraindo um grande número de pessoas. Vila Rica (atual Ouro Preto), Catas Altas, Sabará, Ouro Branco, Caeté, Congonhas, além do próprio arraial, produziam fortunas. Cresceu o olho da Coroa, que decidiu agir rápido e energicamente. A Guerra dos Emboabas, entre paulistas e portugueses, acelerou a tomada desta decisão. Determinou que o Capitão Antônio de Albuquerque se dirigisse à região. Em 1711 o arraial foi elevado à vila, a primeira de Minas, e nela se estabeleceu a capital da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, criada em 1709. A sede administrativa permanecia em São Paulo do Piratininga.

Em 1720 Minas foi desmembrada de São Paulo e a Vila Rica de Albuquerque determinada a nova capital da província. A Vila Real do Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo não perderia a importância e em 1745 seria elevada à cidade, com o nome de Mariana. Para elaborar um projeto urbanístico para a nova cidade foi contratado o brigadeiro José Fernandes Pinto de Alpoim. O experiente engenheiro militar tinha em seu currículo diversas obras executadas no Rio de Janeiro, capital da Colônia. Tomava forma a primeira cidade planejada de Minas, com ruas em linha reta e praças retangulares.

Mariana cumpria mais uma vez com sua vocação. Mas não era só. Ainda em 1745 o Papa Bento XIV fez de Mariana a sede do primeiro Bispado de Minas Gerais, desmembrado da diocese do Rio de Janeiro. Veio do Maranhão o bispo D. Frei Manoel da Cruz, tomando posse na Sé Catedral em 1748. Por este fato Mariana é considerada também berço da religiosidade mineira. A elevação para Arcebispado se deu em 1906.

Toda a viagem do bispo, do Maranhão até Mariana, entrou para a história como uma das maiores epopeias empreendidas até então pelo interior do Brasil Colônia. D. Manoel preferiu não enfrentar o mar. O longo percurso por terra durou 14 meses, envolvendo uma comitiva de muitos homens. Os perigos e dificuldades tinham presença constante: a aridez do sertão, rios selvagens, índios ferozes, doenças, chuvas torrenciais... O bispo era muito bem recebido pelo caminho. Pelas pequenas e perdidas comunidades por onde passava todos queriam conhecê-lo. Nunca tinham visto tão importante figura antes. Já em Minas passou por Sabará, Itabirito e Vila Rica. Finalmente, no dia 15 de Manoel chegou à catedral para a posse montado em um cavalo branco, depois de magnífico desfile pelas ruas da cidade. A narração detalhada deste acontecimento pode ser encontrada no documento "áureo Trono Episcopal".

Texto: Site http://www.mariana.org.br/

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